Paróquia Bom Jesus

PALAVRINHA CARINHOSA DO PÁROCO

Domingo da Santíssima Trindade

 

 

Meus Queridos filhos e filhas espirituais da Paróquia Bom Jesus e leitores espalhados por esta Terra de Santa Cruz. Neste primeiro final de semana de Junho celebramos a Solenidade da Santíssima Trindade.

 

Neste Domingo da Trindade gostaria de deter-me sobre a saudação com a qual o Apóstolo São Paulo conclui a sua Segunda Epístola aos Coríntios. Você já com a Bíblia nas mãos? Paulo encerra a Carta com o versículo: “A Graça do Senhor Jesus, o Amor de Deus e a Comunhão do Espírito Santo esteja com todos vós!” - Capítulo 13, Versículo 13. Fala-se de Graça, de Amor e de Comunhão. As Cartas de São Paulo e de todos os demais Apóstolos nas Sagradas Escrituras são verdadeiros testamentos de Amor para com o ser humano!

 

Sabe, Gente Iluminada, nem sempre escrevo Teologia! O que faço semanalmente neste últimos 80 dias é tentar pintar com palavras minhas imagens modeladas pelo desejo, diante do assombro que é a Vida nestes tempos difíceis de provação humana. Se Deus, vez ou outra, faz ouvir a sua melodia nos interstícios silenciosos das minhas palavras, isto não é mérito meu! É Graça!

 

Vivemos em um Mundo de palavras. Nossos pensamentos, o Mundo de nossa imaginação, comunicações e cultura são tecidos nos teares da linguagem. Os limites da nossa linguagem são também os limites do nosso pensamento. Simplificando um pouco, o bem pensar quase que se confunde com a competência de bem usar as palavras. Eu escrevo porque a escrita é um meio de aproximação nestes tempos cruéis que nos nega a possibilidade de um abraço e de um afago.

 

Se o texto que estamos lendo não nos desperta uma reação, por que lê-lo?

 

Todo texto deve ser como uma picareta a quebrar o lago congelado dentro de nós. Saber é poder! A ignorância faz parte das doenças que não tem cura; por isso mesmo produz efeitos em qualquer época, como se pode verificar com tanta facilidade no nosso País.

 

Por trás dela há o princípio de que o Mundo se divide em gente “do ramo”, a quem cabe decidir os grandes temas de interesse público, e os demais, a quem cabe pagar pelas consequências; uma de suas marcas clássicas é a intolerância com a opinião de quem “não entende nada do assunto”.

 

A agravante é que o nosso Brasil gosta de se considerar um País espertíssimo, onde frequentemente a “malandragem” é considerada como uma forma superior de virtude.

 

O famoso escritor português José Saramago escreveu: “É necessário sair da ilha para ver a ilha. Não nos vemos se não saímos de nós!” O padre Gabriel Guarnieri escreveu sobre uma pesquisa que estudava a capacidade do ser humano criar laços. Fiquei pasmo diante da tendência do aumento da incapacidade de diálogo e de convivência humana. De acordo com as porcentagens, 15% das pessoas são construtoras de pontes, respeitam e procuram firmar laços de unidade e comunhão; 35% estão “entremuros”, não conversam com desconhecidos e se isolam em seu Universo particular; 50% estão “em trânsito” e podem ou não interagir, dependendo das situações dos assuntos. Eu considerei a matemática alarmante. As últimas décadas do Século XX deitaram por terra as Ilusões, a exaltação das Revoluções e a crença de que certos indivíduos eram tão inteligentes que podiam dedicar-se a remodelar a Sociedade e o homem a seu bel-prazer.

São João Paulo II escreveu que o homem nunca poderia alicerçar fundamentos da Vida sobre a dúvida, a incerteza ou a mentira.

 

Tal existência estaria continuamente ameaçado pelo medo ou pela angústia. Escrever hoje em dia uma PALAVRINHA CARINHOSA semanal significa não deixar-me amedrontar, pois às vezes é natural que passe por nosso coração o pavor da crítica. Sempre haverá o berreiro, muitas vezes orquestrado, dos que consideram tratar-se de um moralismo inimigo da vida e da verdade.

 

Eu sei que a gente se acostuma com os berreiros, tanto é que não há balcão de reclamações para exigir silêncio. A gente se acostuma, mas não devia. A gente se acostuma a abrir o jornal e ler sobre a Pandemia do indecente do Coronavírus. E aceitando a Pandemia, aceita os mortos e que haja estatísticas diárias para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar em cura. E não aceitando a possibilidade de cura aceitamos ler todo dia sobre Pandemia, sobre números, sobre isolamento de longa duração. A gente se acostuma a poluição, a bactérias, a contaminação da água do Oceano, a lenta morte de nossos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galos na madrugada, a não colher frutas do pé, a não ter sequer uma planta em casa. A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza e preservar a pele. Se acostuma se blindar para evitar ferimentos, sangramentos, hemorragias desnecessárias, para esquivar-se da lâmina da faca ou da ponta da baioneta, para driblar o espinho e a flecha, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a Vida, que aos poucos se gasta, e que de tanto se acostumar se perde de si mesma. A gente se acostuma com o medo.

 

Nós chegamos a Pós Modernidade com imensa carga de Medo: Terrorismo fundamentalista, Furacão Katrina, Terremoto no Haiti, Tsunamis, Pandemia do “Indecente”! Não é um medo imaginário dos que acreditam que o Mundo vai acabar dia 8 de Junho! Mas um medo concreto imposto por situações reais perversas. Medo Universalizado. Um medo não apenas dos medrosos, mas também um sentimento que afeta os corajosos e agride os ousados. Mais do que inquietante, o medo é transtornante. O medo intimida, invade a consciência, semeia pânico, convulsiona as raízes existenciais.

 

É imprescindível substituir a cultura do medo pela cultura da audácia. A coragem é ativista, lúcida, reflexiva, ação discreta.... E a Coragem leva ao compromisso pois uma das características do ser humano é a capacidade de assumi-lo. O compromisso é ambivalente. Pode ser positivo ou negativo, benéfico ou maléfico. O homem pode comprometer-se com a defesa ou com a destruição da Vida, com a emancipação humana ou com a servidão social, com valores éticos ou com a criminalidade hedionda.

 

Há espetáculo deprimente no nosso Brasil varonil tão carente de heróis e tão farto de vilões. Pessoas e grupos substituem o compromisso pelo cinismo. Escarnecem ideais, tramam golpes e justificam a corrupção. Há que perceber este processo patológico e ensinar as próximas gerações o compromisso ético com a vida humana, com a justiça, com a solidariedade, com o patriotismo, com a libertação dos que sofrem na margem da História. Compromisso autêntico é optar resolutamente pela dignidade da sociedade e pela sociedade da dignidade. Citei heróis e vilões. Hoje a Vilania é mais rentável diante da banalidade do Heroísmo.

 

No ano passado o filme hollywoodiano “Coringa” alcançou a marca de Um Bilhão de Dólares na bilheteria mundial. Na atualidade, interpretar o Vilão rende mais prestígio do que o papel de baluarte da Justiça. Coitado do BATMAN. Neste Junho, mês dedicado ao Sagrado Coração de Jesus, vou rezar com intensidade redobrada por uma classe de heróis muitas vezes desprezada e até odiada em vista dos estigmas da antiga Ditadura em nosso Brasil: Os militares.

 

Eu suponho que você nem saiba, porém mais de 31.000 homens do Exército, Marinha e Aeronáutica foram mobilizados para uma verdadeira operação de guerra contra o indecente do Covid-19. Aeronaves C-130 Hércules cortaram os céus de nossa Nação para entregar centenas de cilindros de oxigênio, respiradores, medicamentos e cestas básicas na Amazônia. Equipes especializadas em armas químicas fizeram a descontaminação de presídios, Metrôs, tribunais e até praças públicas de grandes cidades. Os laboratórios militares começaram a produzir toneladas de álcool em gel enquanto o Ministério da Defesa disponibilizou 1.200 viaturas, 70 embarcações fluviais e 55 aeronaves para o combate ao inimigo microscópico do Coronavírus.

 

Uma das grandes potencialidades do ser humano é o senso crítico. A criticidade hermenêutica é o conhecimento interpretativo, é a compreensão que vai além do simples olhar, mas existe o olhar do vilão e o olhar do herói. Na transparência deste olhar percebemos que a invulnerabilidade mundial nada mais era do que ilusão.

 

A ação da violência terrorista que atingiu os Estados Unidos no 11 de Setembro de 2001 teve o simbolismo de mostrar a vulnerabilidade de duas grandes fontes do poder americano: a econômica, com a queda do World Trade Center, e a militar, com o atentado ao Pentágono, a Sede do Departamento de Defesa, inaugurado em janeiro de 1943, em Washington. E teve a dimensão muito concreta o número de vítimas civis, norte-americanos e de várias nacionalidades, que excederam as do ataque a Pearl Harbor, que levou à entrada dos Estados Unidos na Segunda Grande Guerra.

Foram 2.996 mortes, incluindo 19 terroristas. Do ponto de vista estratégico, o 11 de Setembro afetou o senso de segurança e de invulnerabilidade dos americanos. Hoje vivemos um divisor de águas, uma transformação da magnitude da Queda do Muro de Berlim para o Mundo político e do ataque às Torres Gêmeas para a segurança internacional.

 

Olha a numerologia universal na História: Que dia foi a Queda do Muro de Berlim? 09/11. Que dia foi o Atentado ao World Trade Center? 11/09. Em anos diferentes, óbvio! Este pobre padre caipira é também cultura. Estou certo de que testemunhamos um evento histórico que vai mudar a percepção de risco de todo o Planeta em relação à disseminação de doenças. Confesso que não gostaria que desta maldita Pandemia restasse somente um Memorial com o nome das vítimas como num monumento funerário!

Eu gosto de Psicanálise. Tenho na minha biblioteca obras de Freud, Lacan, Daniel Duigou, Geraldino Netto e do meu parceiro Christian Dunker que celebrou recentemente Aniversário Natalício. DUNKER é um “caboclo” extraordinário, como diz o mineiro aqui: Ele faz da Psicanálise uma Arte. Para a Psicanálise, não há acidentes na Vida mental. Se as imagens dos nossos heróis têm sobrevivida por décadas, produzindo fenômenos de Literatura e de Cinema, é porque representam, exprimem e proporcionam visibilidade às imagens inconscientes que formam a alma de um povo.

 

Heróis são indivíduos solitários, fortes, audazes. São violentos. Mas sua violência é necessária para a paz dos indefesos. Por isto é uma violência bonita, atraente, permissiva! Está a serviço do Bem! Quem já leu o clássico Drácula do britânico Bram Stoker vê o herói Van Helsing na caçada ao vampiro vilão. Quem leu O Chacal do inglês Frederick Forsyth vê o herói Claude Lebel empreendendo a caçada a um assassino contratado para matar o Presidente francês De Gaulle. Os “mocinhos” - Rambo, Capitão América, James Bond - são todos versões românticas do herói que usa sua lança para derrotar o dragão da maldade. Quem, no Brasil, não se identificou com a coragem titânica do Capitão Nascimento interpretado por Wagner Moura no filme Tropa de Elite do cineasta José Padilha? A imaginação preserva a imagem do herói robusto e audaz. Heróis que não sabem usar a força não capturam o imaginário popular. Não são heróis!

 

São Francisco de Assis, Santa Madre Teresa de Calcutá, pessoas da não violência, são imagens de fraqueza no imaginário. Aqueles que tem certezas sobre a justiça de suas ações não tem conflitos de consciência ao usar da violência. Ficou célebre a afirmação do Presidente americano Theodore Roosevelt: “Fale com brandura, tenha um porrete grande nas mãos e você irá longe!” Sinto que é necessário nomear os heróis desde que não sejam obrigados ao anonimato. Nosso País não alimenta uma cultura de respeito e veneração aos protagonistas da tragédia humana!

 

São esquecidos, desbotados nas páginas da História pelo desprezo e descaso, submersos nas dobras do tempo. Nestas épocas de Crise Mundial poderia eu citar uma infinidade de nomes e de peripécias nas mais diversas áreas da Sociedade porque o autêntico heroísmo está na capacidade de pessoas comuns realizarem feitos extraordinários em tempos incomuns.

 

Vou citar três situações já que o número recorda a Santíssima Trindade, heroísmo no IDEALISMO, no AMOR e no DEVER. O médico infectologista Dr Jamal Suleiman trabalha no Instituto Emílio Ribas desde 1984, período que coincide com os primeiros casos de HIV no Brasil. Jamal sai de sua residência todos os dias com a sua esposa, a também infectologista Dra Grace e seguem para uma jornada de plantão no hospital. Trabalhou com todos os tipos de epidemias ou surtos, como Sarampo, Meningite, Leptospirose e agora Covid-19. Jamal diz presenciar carreatas e buzinaços na porta do Hospital, um movimento de pessoas que não acreditam na infecção. Declara ele que não compreende o comportamento destes negacionistas que desclassificam as orientações de isolamento social como se o indecente do Coronavírus fosse uma criação da Mídia. O médico tem suas redes sociais abertas e recebe mensagens privadas com impropérios mil porque ele propõe a única estratégia razoável e eficaz de combate à transmissão que é o Isolamento. Jamal diz que não é herói! Não há heroísmo, e sim responsabilidade e comprometimento. Jamal é recém-vovô. Parabéns!

 

O teólogo inglês Gilbert Chesterton escreveu que todo homem pode ser criminoso, se tentado, e todo homem pode ser herói, se inspirado. Jamal é um destes seres humanos extraordinários. O seu Heroísmo está exatamente na inspiração de gerações. É um titã em preservar vidas! O exemplo de heroísmo por Amor cabe a Aparecida Conceição Ferreira, nascida na cidade de Igarapava em 1917 e falecida em Uberaba em 2009. Vó Cida é a fundadora do Hospital do Fogo Selvagem, em 1957, no bairro Nossa Senhora Abadia em Uberaba. Ela começou com doze portadores do PÊNFIGO FOLIÁCEO em sua própria residência. Olha o número teológico DOZE!

 

Não teve apoio social ou econômico. Foi para São Paulo e no Viaduto do Chá, em frente ao atual Shopping Light colocou um lençol na calçada e pedia esmola e doações para a construção do Hospital do Pênfigo. Conta a História que dois vereadores uberabenses foram passear em São Paulo, viram a cena, e considerando que a dona Aparecida Conceição estava desmoralizando Uberaba, enviaram um Ofício para a Polícia. Dona Cida foi recolhida na cadeia. Você acredita? Ficou presa até provar sua honestidade com atestados e cartas das autoridades de Uberaba. Não desistiu.

 

Atualmente se fala tanto em fazer a diferença, andar na contramão da História e enfrentar as correntezas, mas já há 60 anos atrás esta Heroína negra, espírita kardecista numa cidade cujo Catolicismo sempre muito tradicional, alvo de preconceito e desprezo, sem recursos financeiros e sem nobreza, mas exemplo de humildade e inesgotável amor aos enfermos, comprou o terreno, fincou a pedra fundamental e trabalhou a vida toda no Hospital do Fogo Selvagem. O que se aprende com o heroísmo de Dona Cida? Parece-nos mais uma mulher qualquer.

 

Gente iluminada, ninguém pode ser um “alguém qualquer!” O heroísmo da Dona Aparecida se revela exatamente no Amor. Nunca as mulheres são tão fortes do que quando se armam de suas fraquezas. Ela amou os seus doentinhos até o fim. Morreu às 09:00 horas da manhã de terça-feira, 22 de Dezembro de 2009. Deixou um legado.

 

E terminemos com o heroísmo do Dever. Há muitos anos, índios da aldeia Tunuí-Cachoeira localizado perto da divisa Brasil-Colômbia, a 250 quilômetros do município de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, denunciaram a presença de guerrilheiros das FARC, Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia em território brasileiro. Os indígenas declararam ter descoberto os guerrilheiros na região da Serra do Caparro desmatando áreas da selva para a construção de pistas clandestinas utilizadas pelos narcotraficantes para transporte de cocaína dos laboratórios de Guaviare, Colômbia, para a Europa e EUA. Esta região de Tunuí-Cachoeira está muito próxima da Base colombiana de Barrancomina. Fuzileiros do Brasil explodiram com dinamite uma pista de pouso de 1.800 metros de comprimento e 20 metros de largura. Os rebeldes marxistas colombianos sempre se envolveram com o contrabando de armas e drogas. Invadiam povoados ribeirinhos matando brasileiros a golpes de facão, jogavam corpos aos cardumes de piranhas, roubando mantimentos e combustível, equipamentos de rádio e munição, espalhando MEDO.

 

Com o apoio logístico do Comando Militar da Amazônia um pequeno Pelotão de Operações Especiais de fuzileiros atacou de surpresa a base das FARC no alvorecer de 22 de fevereiro de 1988. Extremamente fácil recordar a data: 22/2/88. A TV Globo nunca informou absolutamente nada a respeito disto no Fantástico ou no Jornal Nacional. Os jornais impressos como A Folha de São Paulo jamais fizeram uma pequenina citação ao episódio histórico da expulsão dos colombianos de terras brasileiras.

 

Você provavelmente sabe o resultado do jogo de futebol entre a Alemanha e Brasil na Copa do Mundo dia 08 de Julho de 2014 mas não sabe desta História. O Brasil perdeu de 7 a 1 para os alemães, só para refrescar nossa memória futebolista! Quebrou-se a fina crosta de ilusória invulnerabilidade brasileira no futebol e mesmo assim os jogadores são nomeados heróis da Pátria por comentaristas esportivos hipócritas da TV. Tem coisas para serem lembradas, outras esquecidas, e ainda outras deletadas, sepultadas nas dobras do tempo.

 

O heroísmo do dever não tem nome, nem fisionomia. Está no olhar estreito, cada um no seu lugar com sentimentos de fundamentalismo religioso ou patriótico, sem promiscuidade física, tudo sob a névoa, não se misturam, não se roçam, sem fraturas de nariz ou impactos neurológicos! Você sabia que é difícil pegar anestesia no couro cabeludo? Os protagonistas vestidos de camuflagem, não sentem o cheiro um do outro, se plasmam a selva, até que transformam a fúria em atrito, resistência psicológica em seu limite, técnica, treinamento, perícia, perspicácia, e no final o orgulho de experimentar o gosto de superar não só o cruel inimigo, mas sobretudo a si mesmo. Não se jogam mais corpos as piranhas. Volta-se a obscuridade. Não é sorte, não é destino! Heróis acreditam em causa e efeito.

 

Palavra de Deus para hoje está no Livro dos Provérbios Capítulo 16, do Versículo 1 ao 6.

 

Com minhas Preces e Benção Sacerdotal,

 

Padre Claudio Dias.